Confissões do Crematório, de Caitlin Doughty.
Confissões do Crematório, de Caitlin Doughty
Caitlin começa contando sobre sua experiência no crematório da funerária Westwind Cremation & Burial, em São Francisco.
“Olhar diretamente nos olhos da mortalidade não é fácil. Para evitar isso, nós escolhemos continuar vendados, no escuro em relação às realidades da morte. No entanto, a ignorância não é uma bênção — é só um tipo mais profundo de pavor.”
Entender que a morte faz parte da nossa existência é um gatilho para o nosso amadurecimento como sociedade.
Você entende que a pessoa se foi, que não é mais uma participante ativa do jogo da vida. E você se vê na pessoa e sabe que também vai morrer. É o começo da sabedoria.
O que me levou a ler este livro? Curiosidade. Simples assim. Para a minha surpresa, o livro trouxe questionamentos existenciais que por pouco não me arrancaram lágrimas, uma leitura engrandecedora da alma, independente da sua crença religiosa.
Caitlin começa contando sobre sua experiência no crematório da funerária Westwind Cremation & Burial, em São Francisco.
“Olhar diretamente nos olhos da mortalidade não é fácil. Para evitar isso, nós escolhemos continuar vendados, no escuro em relação às realidades da morte. No entanto, a ignorância não é uma bênção — é só um tipo mais profundo de pavor.”
Entender que a morte faz parte da nossa existência é um gatilho para o nosso amadurecimento como sociedade.
Você entende que a pessoa se foi, que não é mais uma participante ativa do jogo da vida. E você se vê na pessoa e sabe que também vai morrer. É o começo da sabedoria.
O que me levou a ler este livro? Curiosidade. Simples assim. Para a minha surpresa, o livro trouxe questionamentos existenciais que por pouco não me arrancaram lágrimas, uma leitura engrandecedora da alma, independente da sua crença religiosa.

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