Baseado em fatos reais
Baseado em fatos reais é um livro intenso e tenso desde as primeiras páginas. A atmosfera de perigo e tensão é sentida o tempo todo. A escritora Delphine se vê diante do dilema de escrever o próximo livro depois do enorme sucesso do seu mais recente livro: uma história autobiográfica que explora dramas familiares.
O sucesso a fragiliza e esgota a tal ponto que a deixa completamente vulnerável, não conseguindo escrever mais nada. Em meio a isso, seus filhos gêmeos, Louise e Paul, estão saindo de casa para ingressar na faculdade e seu namorado, François, está sempre viajando para o exterior a trabalho.
Então ela conhece “L”... uma mulher confiante, feminina, carismática, atraente. Tudo que Delphine sempre desejou ser. “L” não fala muito de si, é misteriosa e... perigosa, mas Delphine ainda não sabe disso, ao contrário, acha que ela é a “amiga” perfeita. Logo "L" começa a interferir, manipular e dominar Delphine. De repente Delphine começa a receber cartas anônimas de teor bastante violento e ameaçador.
Quando Delphine enxerga as atitudes de “L” com desconfiança e vê o potencial de perigo em cada uma delas, já não seria tarde demais?
Até que ponto o que lemos nos livros são realidade ou ficção absoluta? Até que ponto os livros influenciam os leitores e despertam neles “algo” mais?
Pensei em muitos desfechos para o final do livro, mas ainda assim a autora conseguiu me surpreender: o tempo todo você encontra as pistas, as chaves para as respostas, mas o final mesmo, só lendo até a última página. Um conselho: CUIDADO EM QUEM VOCÊ CONFIA!
O sucesso a fragiliza e esgota a tal ponto que a deixa completamente vulnerável, não conseguindo escrever mais nada. Em meio a isso, seus filhos gêmeos, Louise e Paul, estão saindo de casa para ingressar na faculdade e seu namorado, François, está sempre viajando para o exterior a trabalho.
Então ela conhece “L”... uma mulher confiante, feminina, carismática, atraente. Tudo que Delphine sempre desejou ser. “L” não fala muito de si, é misteriosa e... perigosa, mas Delphine ainda não sabe disso, ao contrário, acha que ela é a “amiga” perfeita. Logo "L" começa a interferir, manipular e dominar Delphine. De repente Delphine começa a receber cartas anônimas de teor bastante violento e ameaçador.
Quando Delphine enxerga as atitudes de “L” com desconfiança e vê o potencial de perigo em cada uma delas, já não seria tarde demais?
Até que ponto o que lemos nos livros são realidade ou ficção absoluta? Até que ponto os livros influenciam os leitores e despertam neles “algo” mais?
Pensei em muitos desfechos para o final do livro, mas ainda assim a autora conseguiu me surpreender: o tempo todo você encontra as pistas, as chaves para as respostas, mas o final mesmo, só lendo até a última página. Um conselho: CUIDADO EM QUEM VOCÊ CONFIA!

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